O candidato a
governador Joel Rodrigues, presidente estadual do Progressistas, tem seguido
uma agenda bastante movimentada nos últimos dias e, na noite desta terça-feira
(1º), esteve no Mocambinho, zona Norte da capital, onde participou de dois
grandes encontros liderados por aliados e que também reuniram candidatos a
deputado que integram sua chapa.
A primeira agenda foi
comandada pelo vereador Luís André. Em seguida, Joel participou de uma segunda
mobilização, liderada por Anderson Samuel. Duas presenças se destacaram: a
ex-deputada Iracema Portela e o candidato a deputado José Fernando. Nos dois momentos,
o que se viu foi uma agenda marcada pela proximidade com a população, com
muitos abraços, cumprimentos, conversas e demonstrações de apoio ao candidato.
“A força da caminhada
que estamos fazendo está justamente na proximidade. Eu quero que as pessoas
possam olhar para mim e se reconheçam na minha história, que é como a de muitos
piauienses. Gosto de estar perto, conversar, ouvir, apertar a mão, receber um
abraço e também sentir de perto o que cada família vive. Eu venho do povo e é
com o povo que quero construir um Piauí melhor”, afirmou o candidato.
Joel tem apresentado,
durante todas estas suas reuniões, algumas de suas propostas para implementar
quando assumir o Governo do Estado. E uma delas tem chamado a atenção: Joel
propõe um programa que garante capacetes a motociclistas de baixa renda, o que
deverá garantir uma redução em casos de mortes no trânsito, que ainda registra
números consideráveis no estado.
Segundo Joel, o
projeto envolve a área da segurança pública e tem o objetivo de reduzir
drasticamente as mortes no trânsito, sobretudo em acidentes envolvendo
motocicletas. Seria a criação de um mecanismo estadual de apoio à aquisição de
capacetes homologados para motociclistas de baixa renda, associado a ações
permanentes de educação e conscientização para uma condução mais segura.
A proposta parte de
uma realidade conhecida no Estado: para milhares de piauienses, a motocicleta
não é apenas um meio de transporte, mas instrumento de trabalho e fonte de
renda. São trabalhadores que enfrentam diariamente o trânsito das cidades e as
longas distâncias das rodovias estaduais.
Para Joel, a política
pública precisa combinar fiscalização rigorosa com prevenção e proteção.
“Não podemos aceitar que a motocicleta, que é o instrumento de trabalho de tantas famílias, continue sendo também uma das principais portas de entrada para acidentes graves e mortes. O Estado precisa estar presente antes da tragédia”, defendeu Joel, que enfatizou que não basta realizar apenas blitzes ou operações de trânsito de forma pontual enquanto comportamentos de risco continuam presentes diariamente nas ruas e rodovias. A ideia é construir uma política de trânsito que não dependa de ações isoladas, mas tenha planejamento, presença permanente nas ruas e rodovias e integração entre as instituições.
Da Redação
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