Os investigados
presos durante a Operação DF Group foram transferidos, neste sábado (11), para
a Cadeia Pública de Altos, após passarem por audiência de custódia. A decisão
da Justiça manteve as prisões preventivas, e os suspeitos permanecerão à
disposição do Poder Judiciário enquanto prosseguem as investigações sobre o
suposto esquema financeiro envolvendo a empresa.
Entre os encaminhados
ao sistema prisional está Douglas Fonseca Araújo, apontado pela investigação
como CEO e proprietário da DF Group. Também foram transferidos Ícaro Teixeira
de Sousa, Milena Alves Torres, Viviane Alves da Silva, Eduardo Lima de Sousa,
Jaquenilson Alvino de Sousa Abreu, Janda Maira de Sousa Silva, Caio Guilherme
Campelo, Caio Fonseca Araújo e Vitória Gabriel Conceição Fonseca Araújo.
A audiência de
custódia é o procedimento em que o Judiciário analisa a legalidade da prisão e
as circunstâncias em que ela foi realizada. Com a manutenção das medidas
cautelares, os investigados permanecerão presos durante o andamento do
processo.
A Operação DF Group
investiga denúncias de investidores que afirmam ter sofrido prejuízos após
aplicações financeiras realizadas junto à empresa. Segundo as investigações, o
grupo teria captado recursos com a promessa de altos rendimentos e,
posteriormente, enfrentado dificuldades para honrar os pagamentos aos clientes.
A Polícia Civil segue
apurando a movimentação financeira da empresa, a participação de cada
investigado e a possível prática de crimes relacionados ao funcionamento do
negócio.
Fotos: Divulgação.
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