O governador do
Piauí, Rafael Fonteles (PT), afirmou nesta semana que o Governo do Estado está
apurando rigorosamente a tentativa de sequestro de um recém-nascido na Nova
Maternidade Dona Evangelina Rosa (NMDER), em Teresina. Durante entrevista
coletiva, o chefe do Executivo declarou que as forças de segurança agiram
rapidamente, que a família recebeu suporte e defendeu a punição de eventuais
responsáveis por falhas no caso.
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Segundo Rafael Fonteles, a maternidade já reforçou os protocolos de segurança e é a primeira do Brasil a adotar o cadastro biométrico de recém-nascidos, medida que, segundo ele, fortalece a proteção dos bebês e oferece mais segurança às famílias e aos profissionais da unidade.
No entanto, a versão
apresentada pelo governo foi contestada pela tia da criança, Daniela Beatriz.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, ela afirmou que a família não recebeu
qualquer assistência por parte do Estado e criticou a eficácia das medidas anunciadas.
Daniela argumentou que o cadastro biométrico não impediria a ação da suspeita,
já que, segundo as investigações, a técnica de enfermagem Auricélia Rocha teria
colocado o bebê dentro de uma bolsa para tentar deixar a maternidade.
A declaração da
familiar amplia os questionamentos sobre os protocolos de segurança da unidade
de saúde. Enquanto o governo sustenta que houve resposta rápida e adoção de
medidas preventivas, a família afirma que a tragédia só foi evitada graças à
intervenção dos próprios parentes, cobrando explicações sobre como uma
funcionária conseguiu avançar com a tentativa de retirar o recém-nascido das
dependências da maternidade. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
Da Redação Portal do
Rurik
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