O vereador João de
Deus Lima é alvo de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por suspeita
de assédio sexual, fato que teria ocorrido em 2019, quando ele era patrão da
vítima, na localidade de Gangorra de Baixo, zona rural do município. O processo
permaneceu parado por quase sete anos na Delegacia de Buriti dos Lopes e só foi
retomado agora, sob nova gestão policial. Os fatos foram reclassificados
juridicamente e passaram a ser analisados conforme a lei de assédio sexual, mas
há receio de que o tempo decorrido possa levar à prescrição do crime.
Testemunhas já foram ouvidas e o caso segue para análise do Ministério Público,
com a denúncia de que a demora nas investigações representa mais um dano à
vítima.
Em nota oficial, o
vereador nega as acusações e defende que não há inquérito instaurado, apenas
boletim de ocorrência e diligências preliminares. Ele afirma que houve erro na
classificação do crime — que para a defesa seria importunação sexual, e não assédio
— e aponta contradições nos depoimentos, destacando que a alegação de toque
indevido só surgiu sete anos depois, sem respaldo nos registros originais. Para
ele, a retomada do caso tem motivação política, como retaliação por sua atuação
de fiscalização na cidade, ocorrendo logo após a Justiça suspender um processo
de cassação contra ele.
O parlamentar
anunciou que vai adotar medidas judiciais e administrativas contra o que
classifica como perseguição e divulgação de informações distorcidas,
sustentando que a verdade vai prevalecer e que continuará exercendo seu mandato
com independência.
Da Redação Portal do
Rurik
Fonte: GP1

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